Poucas decisões pesam tanto no caixa quanto a escolha do regime tributário. Ela define quanto a empresa paga de imposto, quanta burocracia enfrenta e até a sua competitividade. E muita gente escolhe no automático — o que custa caro todo mês.
Os três regimes em resumo
- Simples Nacional: guia única (DAS), para micro e pequenas empresas, com teto de R$ 4,8 milhões/ano.
- Lucro Presumido: o imposto incide sobre uma margem presumida pela Receita; vai até R$ 78 milhões/ano.
- Lucro Real: o imposto segue o lucro efetivo e permite aproveitar créditos — obrigatório para alguns setores.
Existe o melhor regime para o seu faturamento, a sua atividade e a sua margem. O que serve para o concorrente pode ser o pior cenário para você.
O Simples nem sempre ganha
Para empresas de serviços, dependendo da atividade e do peso da folha, o Simples pode cair em anexos com alíquotas altas. O Fator R (relação entre folha e faturamento) pode mudar o anexo e o imposto devido.
Quando Presumido ou Real compensam
O Lucro Presumido tende a valer para margens reais altas; o Lucro Real, para margens apertadas ou muitos insumos que geram crédito. Só a simulação com os números reais mostra a resposta.
A escolha errada de regime é imposto pago à toa — e sai do seu caixa todos os meses.